“X-Men Origens: Wolverine” é fita de ação em ritmo de videoclipe

 

X-Men Origens: Wolverine (X-Men Origins: Wolverine, 2009) de Gavin Hood

O filme: a história de um dos personagens mais carismáticos (e amados) dos quadrinhos, Wolverine. Começando em 1845, relata a saga de Logan e de como surgiu o (anti) herói, em período pré X-Men.

Passando pela experiência militar em que foi submetido para a inserção do seu esqueleto de adamantium, que, aliado ao seu poder de regeneração o torna praticamente indestrutível.

Porque assistir: saber como se constituiu Wolverine e como aconteceu a aquisição de seu esqueleto. Além disso, é importante tentar compreender sua fúria e entender como ele surgiu.

Os temas poderiam ser mais trabalhados, incluindo as superficiais perdas que Logan sofreu (um trauma familiar, um amor e pessoas boas que cruzam seu caminho).

Melhores momentos: funciona como um bom passatempo, com cenas de confrontos animais e muita ação recheadas de efeitos especiais.

Destaques do elenco com grande (e óbvia) ênfase em Hugh Jackman, que desde 2000 (no primeiro X-Men) agarrou com garras de adamantium o papel da sua vida. Liev Shreiber é um bom oponente e Danny Huston é um Stryker em ascensão.

Pontos fracos: a trama se transforma basicamente em um filme de ação, investindo pesado nas lutas envolvendo Wolverine e seu poder de fúria diante de situações propositadamente provocadas.

As guerras que combateu (Guerra da Secessão, Primeira e Segunda Guerras Mundiais, Guerra da Coréia e do Vietnã) são vistas apenas como um mega-clipe, com bastante câmera lenta, closes, pausas, efeitos estilosos e música épica.

Numa das maiores sequências, envolvendo um helicóptero, uma moto e jipes numa perseguição infindável, há aquela diversão exagerada que todo filme de herói exige. No entanto, quando a história é focada nas Armas X e XI, as pontas aparecem soltas, sem consistência. A questão do preconceito contra os mutantes, anteriormente explorada na série, praticamente inexiste.

Kevin Reynolds está desperdiçado como Deadpool, Gambit (Taylor Kitsh) aparece pouco e Will i Am é uma lástima atuando (?!).

Na prateleira da sua casa: um caso que é obrigatório apenas para completar a sua coleção dos X-Men.

Termo vetor segunda versão DEITADA 6

 

Extras (original Studio ADI):

Teste de maquiagem de Blob, Deadpool, variações de efeitos, animatronics, design, casting, teste mecânico de movimentos etc

 

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