“Magic Mike” é drama biográfico que mostra astro de Hollywood como stripper

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DVD de “Magic Mike” é da Imagem Filmes (Foto: divulgação)

Magic Mike (Idem, 2012) de Steven Soderbergh

O filme: Mike (Channing Tatum) é um experiente stripper, que está ensinando a um jovem a arte de seduzir as mulheres em um palco. Ao mesmo tempo que em passa seus conhecimentos para Adam (Alex Pettyfer), começa a se interessar pela a irmã dele, Brooke (Cody Horn). Na trama há espaço para sexo, drogas, sucesso fácil e escolhas da vida.

Porque assistir: a maior curiosidade é ver o filme sabendo que o drama sobre o stripper Magic Mike é uma a cinebiografia do astro hollywoodiano Channing Tatum.

A direção é do versátil Steven Soderbergh, vencedor do Oscar de melhor diretor por Traffic (2000) e da Palma de Ouro em Cannes por Sexo, Mentiras e Videotape (1989). Ele também assina a trilogia de sucesso 11, 12 e 13 Homens e um Segredo.

O drama conta ainda com Matthew McConaughey (Oscar de melhor ator por Clube de Compras Dallas, 2013), Alex Pettyfer (A Fera, 2011), Joe Manganiello (Sabotagem, 2014), Cody Horn (Marcados, para Morrer, 2014) e Olivia Munn (Homem de Ferro 2, 2010) no elenco.

Melhores momentos: todas as sequências com o mestre de cerimônias Dallas demonstra o quanto de poder de atuação tem Matthew McConaughey. A primeira vez de Adam (Alex Pettyfer) também é bem filmada, enquanto Magic Mike sempre clama por atenção. A sedução da boate com as moças com 21 anos também funciona. E em poucas cenas, a Joana de Olivia Munn aparece bem.

Pontos fracos: a limitação dramática de Channing Tatum (Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo, 2014), a química longe de ser a ideal entre Mike e Brooke, e o número de personagens meramente figurativos da trama. Os irmãos na tela Cody Horn e Alex Pettyfer também não se saem tão bem no quesito atuação.

Na prateleira da sua casa: personagem bem delineado no roteiro, Magic Mike é um stripper com sonhos, e que sabe que pode lutar para conseguí-los. E ainda tem o ingrediente do amor verdadeiro X a diversão da vida fácil. No fim, Steven Soderbergh entrega uma obra interessante e que tem o apelo da curiosidade da história “real”.

Como curiosidade, a produção custou míseros U$ 7 milhões e rendeu cerca de U$ 167,2 milhões nas bilheterias de todo o mundo. E sua continuação migrou para a comédia.

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