Crítica: “Oblivion” é instigantemente interessante

O cenário é uma Terra devastada num mundo pós-apocalíptico. A história da ficção-científica é original, baseada na Graphic Novel do próprio diretor e co-roteirista, Joseph Krosinski, contudo as referências são muitas.

De Wall-E (2008) a Lunar (2009), com elementos de 2001: Uma Odisseia no Espaço (1968), 1984 (1984) e Mad Max 2 (1981). Mas ainda assim, Oblivion (Idem, 2013) é uma ótima surpresa. De trama engenhosa e que faz o público descobrir junto ao seu protagonista o que está acontecendo.

Comandadas por uma supervisora (Melissa Leo), Jack (Tom Cruise) e Victoria (Andrea Riseborought) trabalham numa estação isolada, na imensidão do que resta da Terra – destruída num embate entre alienígenas e os humanos.

A missão da dupla é a de manter os equipamentos de segurança que exploram os recursos naturais do planeta, para que os sobreviventes possam continuar vivendo numa estação que fica sobre as nuvens. Um dos desafios é eliminar os ‘saqueadores’ (chefiados por Morgan Freeman).

Após encontrar uma mulher sobrevivente (Olga Kurylenko) de uma nave não identificada, Jack vai de encontro a uma história que envolve o amor, a resistência, máquinas X humanidade, clonagem, conspirações, a ciência, memórias perdidas, segredos, mentiras e a busca pelo seu lugar ideal na Terra (ao responder as perguntas de ‘quem sou eu?’ ou ‘o que estou fazendo aqui?’). Encontrar sua missão real é o caminho e o resultado é uma narrativa instigantemente interessante. Descubra o mundo de Oblivon.

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