Crítica: “Aconteceu em Saint-Tropez” tem sintonia entre emoção e sorrisos

Aconteceu em Saint-Tropez (Des gens qui s’embrassent, 2013) de Daniéle Thompson. Elenco: Kad Merad, Éric Almosnino, Monica Belucci.

Uma dramédia familiar, com encontros e desencontros, uma eterna richa entre irmãos, duas primas que se consideram irmãs, casamento e funeral ao mesmo tempo, paixões proibidas e problemas entre a religião católica e os judeus.

Tudo na mesmo história, com uma sintonia entre a emoção e os sorrisos. A tempo ainda para inserir o romance, que acontece no triângulo amoroso improvável, embalados por música clássica e Frank Sinatra.

Destaque para o patriarca com Alzheimer, que, apesar das nuances de loucura, consegue ser a pessoas com maior lucidez da história. E como consegue arrancar risos cm naturalidade.

Monica Belucci é a italiana casada com a parte rica da família, e faz uma perua, burra, mas que tem boas tiradas – como a do funeral, ou ao ser pega na cama com o próprio marido pelo sogro.